| Megaoctetos por segundo (Mo/s) | Pebioctetos por segundo (Pio/s) |
|---|---|
| 1 Megaocteto por segundo | 8.881784197 × 10-10 Pio/s |
| 2 Megaoctetos por segundo | 0.0000000017763568394 Pio/s |
| 3 Megaoctetos por segundo | 0.0000000026645352591 Pio/s |
| 4 Megaoctetos por segundo | 0.0000000035527136788 Pio/s |
| 5 Megaoctetos por segundo | 0.0000000044408920985 Pio/s |
| 10 Megaoctetos por segundo | 0.000000008881784197 Pio/s |
| 20 Megaoctetos por segundo | 0.000000017763568394 Pio/s |
| 25 Megaoctetos por segundo | 0.0000000222044604925 Pio/s |
| 50 Megaoctetos por segundo | 0.000000044408920985 Pio/s |
| 100 Megaoctetos por segundo | 0.00000008881784197 Pio/s |
| Referência | Megaoctetos por segundo (Mo/s) | Pebioctetos por segundo (Pio/s) |
|---|---|---|
| A dial-up modem | 0.007 Mo/s | 6.21725 × 10-12 Pio/s |
| Typical home broadband | 12.5 Mo/s | 0.0000000111022 Pio/s |
| Gigabit Ethernet | 125 Mo/s | 0.000000111022 Pio/s |
| Streaming a 4K film | 3.125 Mo/s | 0.00000000277556 Pio/s |
O megaocteto por segundo é uma unidade de velocidade de transferência de dados igual a um milhão de octetos por segundo, ou oito megabits por segundo. O seu símbolo é Mo/s. É a unidade em que se classificam os aparelhos de armazenamento e as suas interfaces, e a que um gestor de ficheiros mostra enquanto uma cópia corre.
As velocidades de armazenamento caem naturalmente neste intervalo. Um disco rígido mecânico sustenta 100 a 250 megaoctetos por segundo em leituras sequenciais. Um disco de estado sólido na interface antiga chega a uns 550, que é o limite dessa interface e não do disco. Um disco moderno na interface mais rápida chega a vários milhares, ponto em que a unidade cede lugar aos gigaoctetos por segundo.
Os débitos das interfaces contam a mesma história do outro lado. As versões sucessivas do barramento série universal ofereceram cerca de 1,5, 60, 625 e 2500 megaoctetos por segundo nos seus débitos nominais, e as normas de cartões de memória seguiram caminho parecido. Um aparelho é sempre limitado pelo mais lento dos dois, e casá-los é a arte prática de construir um sistema rápido.
Para os tamanhos quotidianos, um megaocteto por segundo transfere uma fotografia em dois segundos e um filme de dois gigaoctetos em cerca de meia hora. A 500 megaoctetos por segundo o mesmo filme leva quatro segundos. Esse contraste explica por que a velocidade sentida de um computador mudou tão completamente quando o armazenamento de estado sólido substituiu os discos mecânicos, ainda que os processadores tenham melhorado muito menos no mesmo período.
Débitos sequenciais como estes são o melhor caso. Ler muitos ficheiros pequenos em vez de um grande custa muito mais, porque cada ficheiro exige localizar os seus dados e ler o seu registo. Um disco que sustenta 500 megaoctetos por segundo em sequência pode ficar-se por umas poucas dezenas ao copiar uma pasta de milhares de ficheiros pequenos, e é aí que a diferença entre tecnologias de disco é mais visível.
A unidade descreve também o caudal de uma ligação de rede carregada: uma ligação de gigabit entrega no melhor caso 125 megaoctetos por segundo, de modo que uma rede local rápida e um disco rápido são hoje comparáveis, e nenhum é obviamente o fator limitante de uma transferência.
Um megaocteto por segundo equivale a 1 000 000 de octetos por segundo, a 8 megabits por segundo ou a cerca de 0,9537 mebioctetos por segundo.
O pebiocteto por segundo é uma unidade de velocidade de transferência de dados igual a 1024 tebioctetos por segundo, ou seja dois elevado à quinquagésima potência em octetos por segundo. O seu símbolo é Pio/s. É o correspondente binário do petaocteto por segundo, e os dois diferem em 12,6 por cento.
Este débito existe apenas como total. A largura de banda de memória agregada de um supercomputador inteiro, ou a capacidade somada do tecido de rede que une os seus armários, chega a este intervalo, e ambas são somas sobre dezenas de milhares de componentes, cada um dos quais move por si só umas centenas de gibioctetos por segundo.
Se esse total significa alguma coisa depende do cálculo que se está a correr. Um problema que se divide de modo que cada nó trabalhe sobretudo com os seus próprios dados consegue usar o agregado inteiro. Um problema em que cada nó tenha de consultar constantemente todos os outros não consegue, e a largura de banda efetiva da máquina cai para o que o caminho partilhado mais lento permite. Boa parte da arte da programação paralela está em pôr os problemas na primeira categoria.
Em octetos, um pebiocteto por segundo são 1 125 899 906 842 624, e em termos decimais cerca de 1,126 petaoctetos por segundo. A diferença de 12,6 por cento é o efeito acumulado de cinco multiplicações por 1,024, e é hoje grande que baste para que nenhum relatório possa deixar a convenção por dizer sem introduzir incerteza real.
A unidade aparece também nas descrições dos sistemas de ficheiros paralelos das maiores instalações, onde um sistema de armazenamento repartido por dezenas de milhares de discos entrega uns poucos pebioctetos por segundo a um agrupamento de cálculo. Esse número determina com que rapidez a máquina pode gravar um ponto de recuperação do seu estado, o que por sua vez determina quanto trabalho se perde quando um componente falha — e numa máquina desse tamanho algo está sempre a falhar.
Para um conversor a exigência é simplesmente que a aritmética seja exata e o rótulo se preserve. Multiplicar cinco vezes por 1024 não é difícil; substituir em silêncio o prefixo decimal é o erro a evitar.
Um pebiocteto por segundo equivale a 1024 tebioctetos por segundo, a 1 125 899 906 842 624 octetos por segundo ou a cerca de 1,126 petaoctetos por segundo.