| Mebibits por segundo (Mibit/s) | Pebioctetos por segundo (Pio/s) |
|---|---|
| 1 Mebibit por segundo | 1.16415321827 × 10-10 Pio/s |
| 2 Mebibits por segundo | 2.32830643654 × 10-10 Pio/s |
| 3 Mebibits por segundo | 3.49245965481 × 10-10 Pio/s |
| 4 Mebibits por segundo | 4.65661287308 × 10-10 Pio/s |
| 5 Mebibits por segundo | 5.82076609135 × 10-10 Pio/s |
| 10 Mebibits por segundo | 0.00000000116415321827 Pio/s |
| 20 Mebibits por segundo | 0.00000000232830643654 Pio/s |
| 25 Mebibits por segundo | 0.00000000291038304567 Pio/s |
| 50 Mebibits por segundo | 0.00000000582076609135 Pio/s |
| 100 Mebibits por segundo | 0.0000000116415321827 Pio/s |
| Referência | Mebibits por segundo (Mibit/s) | Pebioctetos por segundo (Pio/s) |
|---|---|---|
| A dial-up modem | 0.0534058 Mibit/s | 6.21725 × 10-12 Pio/s |
| Typical home broadband | 95.3674 Mibit/s | 0.0000000111022 Pio/s |
| Gigabit Ethernet | 953.674 Mibit/s | 0.000000111022 Pio/s |
| Streaming a 4K film | 23.8419 Mibit/s | 0.00000000277556 Pio/s |
O mebibit por segundo é uma unidade de velocidade de transferência de dados igual a 1 048 576 bits por segundo. O seu símbolo é Mibit/s. É o correspondente binário do megabit por segundo, e os dois diferem em 4,9 por cento: pouco, mas o bastante para mudar um número de destaque.
Esses cinco por cento são onde a unidade começa a importar. Uma ligação anunciada a 100 megabits por segundo e outra a 100 mebibits por segundo diferem em cerca de cinco megabits, que é todo um fluxo de vídeo em alta definição. Numa especificação, num contrato ou num relatório de ensaio, citar uma e entregar a outra é uma discrepância real e não uma diferença de arredondamento.
Na prática a confusão é rara nas redes, porque o equipamento de rede se especifica sempre em decimal. O que produz números em mebibits é o software de medição: uma ferramenta que conta uma transferência em mebioctetos e divide pelos segundos decorridos está a comunicar um débito binário, e multiplicar por oito torna-o mebibits por segundo. Quem compare essa leitura com um débito anunciado tem de converter duas vezes, uma pela base e outra pelo fator oito.
Onde surge de facto um débito binário é dentro de uma máquina. Um barramento de memória transfere um número fixo de bits por ciclo de relógio, e a largura é uma potência de dois — sessenta e quatro bits de cada vez, por exemplo — pelo que a quantidade movida por ciclo é binária ainda que a frequência do relógio não o seja. Os débitos derivados de tal estrutura exprimem-se com naturalidade em prefixos binários.
Para dar a escala, um mebibit por segundo são 131 072 octetos por segundo, ou cerca de 128 kibioctetos por segundo. Isso é mais ou menos uma fotografia a cada dois segundos, ou um romance em texto simples a cada quatro. É um débito a que a web moderna é lenta mas utilizável, o que a coloca no intervalo a que as redes móveis descem quando congestionadas.
O símbolo certo leva o i minúsculo, e a sua presença é o único modo fiável de distinguir as duas convenções. Um documento que escreva Mbit/s num contexto em que o número subjacente veio de um cálculo binário declarou mal a sua própria medição em cinco por cento.
Um mebibit por segundo equivale a 1 048 576 bits por segundo, a 131 072 octetos por segundo ou a cerca de 1,049 megabits por segundo.
O pebiocteto por segundo é uma unidade de velocidade de transferência de dados igual a 1024 tebioctetos por segundo, ou seja dois elevado à quinquagésima potência em octetos por segundo. O seu símbolo é Pio/s. É o correspondente binário do petaocteto por segundo, e os dois diferem em 12,6 por cento.
Este débito existe apenas como total. A largura de banda de memória agregada de um supercomputador inteiro, ou a capacidade somada do tecido de rede que une os seus armários, chega a este intervalo, e ambas são somas sobre dezenas de milhares de componentes, cada um dos quais move por si só umas centenas de gibioctetos por segundo.
Se esse total significa alguma coisa depende do cálculo que se está a correr. Um problema que se divide de modo que cada nó trabalhe sobretudo com os seus próprios dados consegue usar o agregado inteiro. Um problema em que cada nó tenha de consultar constantemente todos os outros não consegue, e a largura de banda efetiva da máquina cai para o que o caminho partilhado mais lento permite. Boa parte da arte da programação paralela está em pôr os problemas na primeira categoria.
Em octetos, um pebiocteto por segundo são 1 125 899 906 842 624, e em termos decimais cerca de 1,126 petaoctetos por segundo. A diferença de 12,6 por cento é o efeito acumulado de cinco multiplicações por 1,024, e é hoje grande que baste para que nenhum relatório possa deixar a convenção por dizer sem introduzir incerteza real.
A unidade aparece também nas descrições dos sistemas de ficheiros paralelos das maiores instalações, onde um sistema de armazenamento repartido por dezenas de milhares de discos entrega uns poucos pebioctetos por segundo a um agrupamento de cálculo. Esse número determina com que rapidez a máquina pode gravar um ponto de recuperação do seu estado, o que por sua vez determina quanto trabalho se perde quando um componente falha — e numa máquina desse tamanho algo está sempre a falhar.
Para um conversor a exigência é simplesmente que a aritmética seja exata e o rótulo se preserve. Multiplicar cinco vezes por 1024 não é difícil; substituir em silêncio o prefixo decimal é o erro a evitar.
Um pebiocteto por segundo equivale a 1024 tebioctetos por segundo, a 1 125 899 906 842 624 octetos por segundo ou a cerca de 1,126 petaoctetos por segundo.