| Decilitros (dL) | Quilolitros (kL) |
|---|---|
| 1 Decilitro | 0.0001 kL |
| 2 Decilitros | 0.0002 kL |
| 3 Decilitros | 0.0003 kL |
| 4 Decilitros | 0.0004 kL |
| 5 Decilitros | 0.0005 kL |
| 10 Decilitros | 0.001 kL |
| 20 Decilitros | 0.002 kL |
| 25 Decilitros | 0.0025 kL |
| 50 Decilitros | 0.005 kL |
| 100 Decilitros | 0.01 kL |
| Referência | Decilitros (dL) | Quilolitros (kL) |
|---|---|---|
| A teaspoon | 0.05 dL | 0.000005 kL |
| A can of soft drink | 3.3 dL | 0.00033 kL |
| A wine bottle | 7.5 dL | 0.00075 kL |
| A bathtub | 1500 dL | 0.15 kL |
| An Olympic swimming pool | 25000000 dL | 2500 kL |
O decilitro é uma unidade de volume igual a um décimo de litro, ou cem mililitros. O seu símbolo é dL, e o minúsculo dl é corrente. Embora o prefixo deci tenha caído em desuso quase em toda a parte, o decilitro está vivo em dois lugares bem distintos: a cozinha nórdica e o laboratório clínico.
A cozinha escandinava está construída sobre ele. As receitas suecas, norueguesas, dinamarquesas e finlandesas dão a farinha, o açúcar, o leite, as natas e o caldo em decilitros, e um conjunto de medidas encaixáveis marcadas em decilitros e frações é equipamento normal de cozinha. Onde uma receita inglesa diz uma chávena e uma italiana pesa a farinha, uma receita nórdica pede três decilitros, o que é mais rápido e mais repetível do que qualquer das duas.
A Suíça usa-o para a bebida. O vinho num restaurante suíço pede-se ao decilitro, pelo que um copo são um ou dois e um jarro cinco, e a medida vem impressa no vidro. Como um decilitro se aproxima do volume de um serviço modesto de vinho, a unidade dá ao cliente uma quantidade exata e não uma descrição, que é o que a lei da restauração exige em vários cantões.
A química clínica é o seu outro bastião, e aí decide como um país inteiro lê as suas análises ao sangue. A glicose, o colesterol e a creatinina são reportados em miligramas por decilitro nos Estados Unidos, no Japão, em França, em Itália e em Espanha, e em milimoles por litro na Grã-Bretanha, no Canadá, na Austrália e nos países nórdicos. Uma glicemia em jejum de 100 miligramas por decilitro são 5,6 milimoles por litro, e o resultado da mesma pessoa parece, portanto, inteiramente diferente conforme o laboratório.
A hemoglobina atravessa a fronteira. É reportada em gramas por decilitro quase em toda a parte, pelo que um valor adulto normal de 13 a 17 gramas por decilitro se lê da mesma maneira na maior parte do mundo. O decilitro sobrevive nestes sítios porque cem mililitros de sangue são uma quantidade de referência cómoda e porque mudar uma unidade de relato assente arrisca a má leitura de um resultado.
Para dar escala, um decilitro é um copo pequeno de água, meia caneca de café, ou o volume de um ovo grande e meio. Equivale a 3,38 onças líquidas dos Estados Unidos ou a 3,52 imperiais, e a pouco menos de meia chávena americana, e é por isso que as receitas nórdicas convertidas raramente saem em números redondos.
Um decilitro equivale a 100 mililitros, a 0,1 litros, a cerca de 3,38 onças líquidas dos Estados Unidos ou a cerca de 3,52 onças líquidas imperiais.
O quilolitro é uma unidade de volume igual a mil litros e, portanto, exatamente um metro cúbico. O seu símbolo é kL. Os dois nomes descrevem a mesma grandeza, e qual deles aparece depende inteiramente do ofício e do país: as empresas de água do hemisfério sul dizem quilolitro onde as europeias dizem metro cúbico.
A água doméstica é onde a maioria o encontra. As faturas de água australianas, neozelandesas e sul-africanas são emitidas em quilolitros, as tarifas fixam-se como preço por quilolitro com escalões crescentes para consumos altos, e as restrições por seca exprimem-se como uma dotação de tantos quilolitros por lar e por trimestre. Uma família corrente gasta entre cinquenta e duzentos por ano, pelo que a fatura anual cabe em três algarismos.
Como a unidade equivale a um metro cúbico, tem além disso um sentido físico invulgarmente direto. Um quilolitro de água pesa uma tonelada e encheria um cubo de um metro de aresta, pelo que uma dotação doméstica de cem quilolitros são cem toneladas de água, entregues, bombeadas e tratadas. Dizê-lo assim é uma das razões por que a unidade surge tanto em campanhas de poupança como nas faturas.
A logística de líquidos a granel usa-o para a carga. Uma cisterna flexível colocada dentro de um contentor leva cerca de vinte e quatro quilolitros de vinho, sumo ou óleo alimentar, os camiões-cisterna classificam-se em quilolitros, e o armazenamento em parques planeia-se aos milhares. As estatísticas petrolíferas japonesas publicam-se em quilolitros e não em barris, o que torna incómoda a comparação dos números energéticos japoneses com os dos países que usam o barril.
A indústria em geral prefere o metro cúbico para a mesma grandeza, porque é a forma coerente do Sistema Internacional e porque se multiplica limpamente com metros de altura, metros quadrados de superfície e outras grandezas dimensionais. O quilolitro sobrevive onde a substância medida é um líquido vendido ao público, que é precisamente onde um nome que contém a palavra litro se lê com mais naturalidade.
Converter é trivial num sentido e incómodo no outro. Um quilolitro é exatamente um metro cúbico e exatamente mil litros, mas 264,2 galões dos Estados Unidos e 220 imperiais, e cerca de 6,29 barris de petróleo, nenhum dos quais é número redondo.
Um quilolitro equivale a 1000 litros, a 1 metro cúbico, a cerca de 264,2 galões dos Estados Unidos ou a cerca de 220 galões imperiais.