Conversão de Onças líquidas por hora para Metros cúbicos por segundo

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Fórmula para converter Onças líquidas por hora (fl oz/h) para Metros cúbicos por segundo (m³/s)

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Tabela de conversão de Onças líquidas por hora para Metros cúbicos por segundo

Onças líquidas por hora (fl oz/h)Metros cúbicos por segundo (m³/s)
1 Onça líquida por hora0.00000000789251736111 m³/s
2 Onças líquidas por hora0.0000000157850347222 m³/s
3 Onças líquidas por hora0.0000000236775520833 m³/s
4 Onças líquidas por hora0.0000000315700694444 m³/s
5 Onças líquidas por hora0.0000000394625868056 m³/s
10 Onças líquidas por hora0.0000000789251736111 m³/s
20 Onças líquidas por hora0.000000157850347222 m³/s
25 Onças líquidas por hora0.000000197312934028 m³/s
50 Onças líquidas por hora0.000000394625868056 m³/s
100 Onças líquidas por hora0.000000789251736111 m³/s

Pontos de referência de caudal volumétrico

ReferênciaOnças líquidas por hora (fl oz/h)Metros cúbicos por segundo (m³/s)
A domestic shower19005.3 fl oz/h0.00015 m³/s
A kitchen tap21117 fl oz/h0.000166667 m³/s
A garden hose31675.6 fl oz/h0.00025 m³/s
The Amazon river2.64808 × 1013 fl oz/h209000 m³/s

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ComprimentoMassaTemperaturaEnergiaVolumeVelocidadeTempoDadosPressãoFrequênciaTaxa de transferência de dadosCaudal volumétricoÂnguloÁrea

Informações sobre o Onça líquida por hora (fl oz/h)

A onça líquida por hora é uma unidade de caudal volumétrico igual a uma onça líquida imperial a passar por um ponto a cada hora. O seu símbolo é fl oz/h. Uma onça líquida imperial são 28,413 mililitros, pelo que uma hora a este ritmo entrega cerca de duas colheres de sopa — um ritmo tão lento que se mede pelo que se juntou e não pelo que se move.

A alimentação lenta e a dosagem lenta respondem pela maior parte do seu uso. Um bebedouro de gota numa gaiola, um humidificador de torcida, um difusor de fragrância e um injetor de adubo de libertação lenta numa linha de estufa movem todos líquido a poucas onças líquidas por hora, e a capacidade do depósito dividida por esse ritmo dá o intervalo entre atestos.

Os aparelhos domésticos descrevem-se com ela na literatura britânica antiga. Um aquecedor a petróleo consome poucas onças líquidas por hora, um candeeiro de torcida bastante menos, e um fogareiro a óleo vendia-se outrora com o consumo declarado exatamente assim, para que uma casa pudesse calcular quanto duraria um galão ao longo de um serão de inverno.

As medições de evaporação e de fuga caem aqui também. A água perdida por um tanque aberto, o líquido dos travões a ressumar por um vedante, ou o condensado recolhido de uma pequena serpentina de frio quantificam-se todos por hora, porque é o período mais curto em que se junta o bastante para medir numa proveta comum.

A utilidade da unidade está em ajustar a observação à escala de tempo humana. Ninguém vigia um pingo durante um segundo; um técnico verifica um recipiente ao fim de uma hora, de um turno ou de uma noite, e exprimir o ritmo por hora permite dividir o volume observado pelas horas decorridas sem mais aritmética.

Para orientação, 160 onças líquidas fazem um galão imperial, pelo que uma onça líquida por hora enche um galão em pouco menos de uma semana. Trinta e cinco onças líquidas por hora são cerca de um litro por hora, e sessenta onças líquidas por hora são uma onça líquida por minuto.

Uma onça líquida por hora equivale a cerca de 28,41 mililitros por hora, a cerca de 0,02841 litros por hora ou a cerca de 0,01667 onças líquidas por minuto.


Informações sobre o Metro cúbico por segundo (m³/s)

O metro cúbico por segundo é a unidade SI de caudal volumétrico, igual a um metro cúbico a passar por um ponto a cada segundo. O seu símbolo é m³/s, e os hidrólogos chamam-lhe cumec. Sendo unidade coerente do SI, não precisa de fator de conversão: uma velocidade em metros por segundo multiplicada por uma área em metros quadrados dá diretamente um caudal em metros cúbicos por segundo.

Os rios são o seu assunto natural. Um pequeno ribeiro corre a uma fração de cumec, o Tejo em Vila Velha de Ródão ronda os 350 em média, o Reno na fronteira neerlandesa cerca de 2200, e o Amazonas aproximadamente 209 000 — a quinta parte de toda a água doce que chega aos oceanos do mundo. Os avisos de cheia, as licenças de captação e as regras de exploração das albufeiras escrevem-se todos nestes números.

A energia hidroelétrica decorre do mesmo valor. A potência disponível é o caudal multiplicado pela queda, pela massa volúmica da água e pela gravidade, de modo que 10 metros cúbicos por segundo a cair 50 metros rendem cerca de 4,9 megawatts antes das perdas. A potência nominal de uma turbina e a curva de duração de caudais de um rio determinam em conjunto que parte do ano uma central pode trabalhar a plena carga.

Os grandes equipamentos de ventilação e de processo classificam-se aqui também. Um ventilador de túnel rodoviário move dezenas de metros cúbicos por segundo, uma bomba de água de arrefecimento de central elétrica mais algumas dezenas, e um alto-forno aspira centenas de metros cúbicos de ar por segundo. Quando os números chegam a esta escala, o metro cúbico por segundo lê-se melhor do que qualquer unidade menor.

A unidade é ainda cómoda porque um metro cúbico de água é uma tonelada. Um metro cúbico por segundo é, portanto, uma tonelada de água por segundo, o que transforma um caudal em força e em carga mássica sem mais aritmética — útil ao dimensionar um descarregador, uma grade ou um pilar de ponte.

As instalações dos edifícios e a hidrologia ficam desconfortavelmente de um lado e do outro. Os engenheiros de ventilação trabalham em litros por segundo porque os seus caudais são um milésimo de cumec, ao passo que os de rios precisariam de seis algarismos para exprimir os seus em litros. O fator mil entre as duas unidades é o que mantém ambos os ofícios em números cómodos.

Um metro cúbico por segundo equivale a 1000 litros por segundo, a 60 metros cúbicos por minuto ou a cerca de 35,31 pés cúbicos por segundo.