| Decijoules (dJ) | Megajoules (MJ) |
|---|---|
| 1 Decijoule | 0.0000001 MJ |
| 2 Decijoules | 0.0000002 MJ |
| 3 Decijoules | 0.0000003 MJ |
| 4 Decijoules | 0.0000004 MJ |
| 5 Decijoules | 0.0000005 MJ |
| 10 Decijoules | 0.000001 MJ |
| 20 Decijoules | 0.000002 MJ |
| 25 Decijoules | 0.0000025 MJ |
| 50 Decijoules | 0.000005 MJ |
| 100 Decijoules | 0.00001 MJ |
| Referência | Decijoules (dJ) | Megajoules (MJ) |
|---|---|---|
| One food calorie (kcal) | 41840 dJ | 0.004184 MJ |
| An AA alkaline battery | 100000 dJ | 0.01 MJ |
| Daily adult food intake | 83680000 dJ | 8.368 MJ |
| One unit on an electricity bill | 36000000 dJ | 3.6 MJ |
| A lightning strike | 1 × 1010 dJ | 1000 MJ |
O decijoule é uma unidade de energia igual a um décimo de joule, ou seja, 0,1 joules. O seu símbolo é dJ. Forma-se exatamente como o decímetro e o decilitro, e pertence legitimamente ao sistema métrico, mas escreve-se muito menos do que qualquer um deles porque a quantidade que nomeia costuma ser dada como fração decimal de joule.
A escala sente-se com facilidade. Uma maçã de cem gramas a cair dez centímetros chega com cerca de um decijoule. Uma ratoeira de mola guarda alguns, um piparote enérgico entrega perto de um, e um seixo atirado por baixo do braço leva vários. É a primeira região, a subir a partir do milijoule, em que uma pessoa sente a energia diretamente como um empurrão e não como um estalido.
A segurança dos produtos usa este intervalo mesmo quando não usa o nome. As regras sobre projéteis de brinquedo escrevem-se em joules e décimos de joule, as réplicas a ar comprimido estão limitadas a cerca de um joule em vários países, e os ensaios de impacto sobre provetes plásticos pequenos dão resultados em décimos. Os valores surgem como 0,3 J ou 0,5 J e não como 3 dJ ou 5 dJ, mas a grandeza controlada é precisamente a que o decijoule nomeia.
O prefixo deci sobreviveu noutras unidades por comodidade e não por lógica. O decilitro é medida corrente de cozinha na Escandinávia, na Suíça e em boa parte da Europa central, e o decímetro cúbico é exatamente o litro, o que enfia discretamente o prefixo numa unidade que quase toda a gente usa. O decigrama aparece na farmácia e no comércio de metais preciosos, e o decibel existe porque o bel se revelou um degrau demasiado largo para descrever o som.
Com o joule, nenhuma dessas pressões atuou. A engenharia já se fixara em prefixos que avançam de mil em mil, e a vírgula decimal faz o resto: 0,4 joules não custa mais a escrever do que 4 decijoules e cabe na mesma tabela que 40 joules ou 4 quilojoules sem mudar de unidade. Um prefixo ganha o seu lugar encurtando o que se escreve, e aqui não encurta nada.
Encontrar a unidade é, portanto, sobretudo assunto de literatura antiga, de documentos técnicos traduzidos e de material didático que percorre toda a escada dos prefixos. A conversão é imediata nos dois sentidos: multiplique por cem para obter milijoules, divida por dez para obter joules, e o valor entra tal e qual na notação que o rodeia.
Um decijoule equivale a 0,1 joules, a cerca de 0,0239 calorias ou a cerca de 0,0000278 watt-horas.
O megajoule é uma unidade de energia igual a um milhão de joules. O seu símbolo é MJ. É a escala em que a energia deixa de ser uma grandeza de laboratório e passa a ser algo com consequências físicas visíveis.
Um veículo em movimento é a âncora mais fácil. Um automóvel familiar de 1500 quilogramas a 100 quilómetros por hora leva cerca de 0,58 megajoules de energia cinética, e tudo isso tem de ir para algum lado numa colisão. As estruturas de absorção são concebidas precisamente em torno deste valor, e é por isso que as normas de segurança automóvel inscrevem a energia do impacto e não a velocidade.
Os explosivos também se classificam aqui. Um cartucho de dinamite liberta aproximadamente um megajoule, e um quilograma de TNT cerca de 4,2. Como o equivalente de TNT é definido e não medido, o megajoule faz a ponte entre os explosivos químicos e outras libertações de energia, permitindo descrever o impacto de um meteorito ou um acidente industrial na mesma escala de uma carga de demolição.
A ingestão diária de energia de uma pessoa ronda os dez megajoules, o mesmo valor que 2400 quilocalorias visto do outro lado. O trabalho físico é comparável: um dia de trabalho manual acima do metabolismo em repouso custa alguns megajoules, e uma etapa longa de ciclismo talvez quinze.
As densidades energéticas dos combustíveis situam-se nesta escala por unidade de massa. A gasolina tem cerca de 46 megajoules por quilograma, a madeira uns 16, e uma bateria moderna de lítio cerca de 0,9. Esta última comparação, um fator de cinquenta, é o único número que explica por que razão as aeronaves elétricas continuam difíceis enquanto os automóveis elétricos não são.
Os sistemas industriais e militares usam a unidade para a energia armazenada e entregue. O desempenho dos canhões de carris e dos lançadores eletromagnéticos indica-se em megajoules à boca, o armazenamento em volantes de inércia em megajoules, e do mesmo modo a energia entregue por um grande banco de condensadores numa experiência de fusão.
Comparar tecnologias de armazenamento nesta unidade é instrutivo porque as diferenças são enormes. Um quilograma de gasolina guarda cerca de 46 megajoules, um quilograma de madeira seca cerca de 16, e um quilograma de bateria de iões de lítio apenas cerca de 0,9, umas cinquenta vezes menos do que o combustível. Só essa proporção explica a maior parte da dificuldade técnica da aviação elétrica e boa parte do peso de um automóvel elétrico. No sentido contrário, um quilograma de urânio 235 totalmente cindido liberta cerca de 80 milhões de megajoules, e um quilograma de matéria convertido inteiramente em energia daria 90 mil milhões. A unidade abrange todo esse intervalo mudando de prefixo apenas umas poucas vezes.
Um megajoule equivale a um milhão de joules, a cerca de 0,278 quilowatt-horas ou a cerca de 239 quilocalorias.