| Galões por segundo (gal/s) | Polegadas cúbicas por segundo (in³/s) |
|---|---|
| 1 Galão por segundo | 277.419432792 in³/s |
| 2 Galões por segundo | 554.838865583 in³/s |
| 3 Galões por segundo | 832.258298375 in³/s |
| 4 Galões por segundo | 1109.67773117 in³/s |
| 5 Galões por segundo | 1387.09716396 in³/s |
| 10 Galões por segundo | 2774.19432792 in³/s |
| 20 Galões por segundo | 5548.38865583 in³/s |
| 25 Galões por segundo | 6935.48581979 in³/s |
| 50 Galões por segundo | 13870.9716396 in³/s |
| 100 Galões por segundo | 27741.9432792 in³/s |
| Referência | Galões por segundo (gal/s) | Polegadas cúbicas por segundo (in³/s) |
|---|---|---|
| A domestic shower | 0.0329954 gal/s | 9.15356 in³/s |
| A kitchen tap | 0.0366615 gal/s | 10.1706 in³/s |
| A garden hose | 0.0549923 gal/s | 15.2559 in³/s |
| The Amazon river | 45973573 gal/s | 1.2754 × 1010 in³/s |
O galão por segundo é uma unidade de caudal volumétrico igual a um galão imperial a passar por um ponto a cada segundo. O seu símbolo é gal/s. O galão imperial são 4,54609 litros, definido em 1824 como o volume de dez libras de água a uma temperatura declarada, pelo que um galão por segundo move cerca de quatro litros e meio — e, comodamente, cerca de dez libras — a cada segundo.
O combate a incêndios é a disciplina que trabalha nesta escala. Um carretel de mangueira entrega uma fração de galão por segundo, uma linha de mangueira corrente 1 a 2, e um grande veículo de bombagem 10 ou mais. A prática dos bombeiros britânicos citou as capacidades das bombas em galões por minuto durante quase todo o século vinte, e o valor por segundo é o que um cálculo hidráulico de perda de carga na mangueira realmente usa.
As grandes bombas e as condutas de água alcançam-no facilmente. Uma bomba de furo numa quinta pode entregar meio galão por segundo, uma conduta de distribuição várias dezenas, e uma tomada de rio para uma central centenas. Como o galão de água pesa dez libras, um caudal em galões por segundo converte-se num caudal mássico em stones por segundo dividindo por 1,4, aritmética que os antigos manuais britânicos de engenharia usavam à vontade.
A engenharia de cheias e de drenagem na Grã-Bretanha usou a unidade até à metrificação. As capacidades das passagens hidráulicas, as potências das estações elevatórias e os planos de drenagem agrícola projetavam-se em galões por segundo ou por minuto, e boa parte das obras que subsistem ainda traz chapas com a sua capacidade nesses termos, que quem avalia um ativo antigo deve converter com cuidado.
O galão imperial deve distinguir-se do americano, que são 3,78541 litros, cerca de vinte por cento menor. Uma bomba de 10 galões por segundo entrega 45,5 litros por segundo na Grã-Bretanha e 37,9 nos Estados Unidos, diferença demasiado grande para se ignorar em qualquer cálculo de capacidade ou de custo.
Para dar a escala, um galão por segundo enche uma banheira doméstica em cerca de vinte e cinco segundos, e 0,22 galões por segundo são um litro por segundo. Um caudal de dez galões por segundo é um pequeno ribeiro, a correr a cerca de 45 litros por segundo.
Um galão por segundo equivale a cerca de 4,546 litros por segundo, a cerca de 0,004546 metros cúbicos por segundo ou a cerca de 1,201 galões americanos por segundo.
A polegada cúbica por segundo é uma unidade de caudal volumétrico igual a uma polegada cúbica a passar por um ponto a cada segundo. O seu símbolo é in³/s. Uma polegada cúbica são 16,387 centímetros cúbicos, pouco mais de uma colher de sopa, pelo que esta unidade descreve os caudais modestos mas visíveis da prática da engenharia imperial.
É na hidráulica que sobrevive com mais força. As bombas e cilindros hidráulicos americanos continuam a catalogar-se em polegadas, e a velocidade de um cilindro decorre diretamente do caudal dividido pela área do êmbolo: um cilindro de 2 polegadas de diâmetro tem 3,14 polegadas quadradas de área, pelo que 31,4 polegadas cúbicas por segundo o estendem a 10 polegadas por segundo. Trabalhar em polegadas do princípio ao fim evita converter à parte o diâmetro, o curso e o caudal.
A maquinagem aplica a mesma ideia à remoção de material. Uma fresa que tira 0,1 polegadas de profundidade em 0,5 polegadas de largura com avanço de 20 polegadas por minuto remove uma polegada cúbica por minuto, e um centro de maquinagem moderno a desbastar alumínio pode ultrapassar vinte. Os fabricantes de ferramenta publicam as taxas de remoção nestas unidades porque as máquinas dos seus clientes estão cotadas assim.
Os motores e bombas pequenos trazem também a unidade. A cilindrada de um motor em polegadas cúbicas, multiplicada pelo seu regime, dá o ar que engole: um V8 de 350 polegadas cúbicas a 3000 rotações por minuto ingere 525 000 polegadas cúbicas por minuto, ou cerca de 8750 por segundo, suposto rendimento ideal. O velho hábito americano de nomear os motores por polegadas cúbicas é a mesma medida parada em vez de a escoar.
A contagem e a dosagem nas indústrias imperiais seguem-se. Os doseadores de adesivo, os lubrificadores e os circuitos de massa consistente das fábricas americanas especificam-se em polegadas cúbicas por segundo ou por minuto, e uma descarga de massa de um lubrificador automático cita-se em polegadas cúbicas por ciclo, que o tempo de ciclo converte num caudal.
Para dar ideia da escala, 61 polegadas cúbicas por segundo são cerca de um litro por segundo, e uma polegada cúbica por segundo enche um galão americano em pouco menos de quatro minutos. É aproximadamente o caudal de uma torneira de jardim aberta um quarto de volta, o que torna a unidade fácil de figurar apesar da sua estranheza fora dos ofícios imperiais.
Uma polegada cúbica por segundo equivale a cerca de 16,39 centímetros cúbicos por segundo, a 0,01639 litros por segundo ou a cerca de 0,2597 galões americanos por minuto.