| Bares (bar) | Megalibras por polegada quadrada (Mpsi) |
|---|---|
| 1 Bar | 0.0000145037743897 Mpsi |
| 2 Bares | 0.0000290075487795 Mpsi |
| 3 Bares | 0.0000435113231692 Mpsi |
| 4 Bares | 0.0000580150975589 Mpsi |
| 5 Bares | 0.0000725188719486 Mpsi |
| 10 Bares | 0.000145037743897 Mpsi |
| 20 Bares | 0.000290075487795 Mpsi |
| 25 Bares | 0.000362594359743 Mpsi |
| 50 Bares | 0.000725188719486 Mpsi |
| 100 Bares | 0.00145037743897 Mpsi |
| Referência | Bares (bar) | Megalibras por polegada quadrada (Mpsi) |
|---|---|---|
| Atmospheric pressure at sea level | 1.01325 bar | 0.0000146959 Mpsi |
| Healthy blood pressure (120 mmHg) | 0.16 bar | 0.0000023206 Mpsi |
| A car tyre | 2.2 bar | 0.0000319083 Mpsi |
| A racing bicycle tyre | 6 bar | 0.0000870226 Mpsi |
O bar é uma unidade de pressão igual a exatamente 100 000 pascais, ou 100 quilopascais. O seu símbolo é bar. Não faz parte do Sistema Internacional de Unidades, mas é tolerado a par dele e usa-se em toda a engenharia europeia, porque calha situar-se quase exatamente sobre a pressão atmosférica normal: uma atmosfera são 1,01325 bar.
Essa coincidência é toda a razão do seu êxito. Uma pressão dada em bar lê-se como um número quase exato de atmosferas, pelo que seis bar numa conduta de ar comprimido significam cerca de seis vezes a pressão exterior, facto que um engenheiro pode usar sem contas. O nome vem da palavra grega para peso, e a unidade foi proposta pelo meteorologista norueguês Vilhelm Bjerknes por volta de 1909.
O mergulho usa-o porque o mar se presta. Cada dez metros de água do mar acrescentam quase exatamente um bar, pelo que um mergulhador a vinte metros está sob três bar de pressão absoluta, contando a atmosfera por cima. As tabelas de descompressão, o consumo de gás e as pressões de garrafa decorrem todos dessa única relação, e toda a prática do mergulho se ensina mais facilmente em bar do que em qualquer outra unidade.
A maquinaria do dia a dia trabalha a alguns bar. Os pneus enchem-se entre dois e dois e meio, o ar comprimido de oficina corre a seis ou oito, a água da rede chega a três ou seis, e uma máquina de café expresso extrai a nove, valor tão assente que aparece na frente do aparelho. Os relógios trazem classificações de estanquidade em bar, em que dez bar correspondem nominalmente a cem metros de profundidade.
A distinção entre pressão relativa e absoluta conta aqui mais do que em qualquer outro lado. Um manómetro de pneu que marque 2,2 bar indica 2,2 bar acima do ar circundante, pelo que a pressão absoluta no interior são 3,2. A prática industrial escreve barg para a relativa e bara para a absoluta, e misturá-las é fonte frequente de erro nas especificações e nos cálculos de segurança.
Os organismos de normalização desaconselham o bar há décadas a favor do pascal, sem grande efeito. O quilopascal é a alternativa coerente e usa-se no Canadá, na Austrália e em partes da Ásia, mas cem quilopascais leem-se com menos naturalidade do que um bar, e o hábito revelou-se mais forte do que a recomendação.
Um bar equivale a 100 000 pascais, a 100 quilopascais, a 1000 milibares ou a cerca de 14,5 libras por polegada quadrada.
A megalibra por polegada quadrada é uma unidade de pressão igual a um milhão de libras por polegada quadrada, ou 6,895 gigapascais. O seu símbolo é Mpsi. Nada trabalha a esta pressão; a unidade existe unicamente para exprimir o módulo de elasticidade, a grandeza que descreve quão rígido é um material e não quão resistente.
Dois valores nela são decorados por todo o engenheiro mecânico americano. O aço tem um módulo de Young de 29 milhões de libras por polegada quadrada e o alumínio de 10 milhões, e essa razão de cerca de três para um rege o comportamento de ambos em qualquer estrutura. Uma peça de aço e uma de alumínio de forma idêntica e resistência idêntica não deformam igual, e a diferença é exatamente esse fator.
Os restantes metais correntes acomodam-se à volta. O titânio situa-se em cerca de 16,5 milhões de libras por polegada quadrada, o cobre em 17, o magnésio em 6,5, e o ferro fundido entre 12 e 20 conforme a qualidade. Como o módulo quase não muda com o tratamento térmico nem com a liga dentro de uma família metálica, estes valores são muito mais estáveis do que os de resistência e pode confiar-se neles de qualidade para qualidade.
É nos compósitos que a unidade faz o seu trabalho mais interessante. A fibra de carbono padrão atinge cerca de 33 milhões de libras por polegada quadrada na direção da fibra, as qualidades de alto módulo de 55 a 85, e a fibra de vidro apenas cerca de 10, tal como o alumínio. Como um laminado compósito tem um módulo diferente em cada direção, quem projeta trabalha com um conjunto de valores e não com um só, e a unidade aparece muitas vezes numa mesma folha de dados.
O seu equivalente métrico é o gigapascal, e a conversão são 6,895 gigapascais por megalibra e polegada quadrada. O aço a 29 milhões de libras por polegada quadrada são 200 gigapascais, e o alumínio a 10 milhões são 69, que são também os dois valores de rigidez mais citados na engenharia métrica. As duas tradições descrevem exatamente os mesmos materiais.
Distinguir módulo de resistência conta aqui mais do que em qualquer outro lado. Um aço com um módulo de 29 milhões de libras por polegada quadrada pode ceder a 50 mil, uma diferença de quase seiscentas vezes, e as duas propriedades são independentes: um tratamento térmico pode duplicar a resistência de um aço deixando a sua rigidez intocada.
Uma megalibra por polegada quadrada equivale a 1 000 000 de libras por polegada quadrada, a cerca de 6,895 gigapascais, a cerca de 68 950 bar ou a 1000 quilolibras por polegada quadrada.