| Pebibits por segundo (Pibit/s) | Tebioctetos por segundo (Tio/s) |
|---|---|
| 1 Pebibit por segundo | 128 Tio/s |
| 2 Pebibits por segundo | 256 Tio/s |
| 3 Pebibits por segundo | 384 Tio/s |
| 4 Pebibits por segundo | 512 Tio/s |
| 5 Pebibits por segundo | 640 Tio/s |
| 10 Pebibits por segundo | 1280 Tio/s |
| 20 Pebibits por segundo | 2560 Tio/s |
| 25 Pebibits por segundo | 3200 Tio/s |
| 50 Pebibits por segundo | 6400 Tio/s |
| 100 Pebibits por segundo | 12800 Tio/s |
| Referência | Pebibits por segundo (Pibit/s) | Tebioctetos por segundo (Tio/s) |
|---|---|---|
| A dial-up modem | 4.9738 × 10-11 Pibit/s | 0.00000000636646 Tio/s |
| Typical home broadband | 0.0000000888178 Pibit/s | 0.0000113687 Tio/s |
| Gigabit Ethernet | 0.000000888178 Pibit/s | 0.000113687 Tio/s |
| Streaming a 4K film | 0.0000000222045 Pibit/s | 0.00000284217 Tio/s |
O pebibit por segundo é uma unidade de velocidade de transferência de dados igual a 1024 tebibits por segundo, ou seja dois elevado à quinquagésima potência em bits por segundo. O seu símbolo é Pibit/s. É o correspondente binário do petabit por segundo, e os dois diferem em 12,6 por cento.
Sistema algum instalado corre a este débito, pelo que a unidade descreve ou um agregado ou um resultado de laboratório. Os recordes de transmissão ótica obtidos em fibras isoladas chegam ao petabit por segundo, e o número binário da mesma experiência é 12,6 por cento menor — diferença que conta ao comparar resultados entre artigos que usam convenções diferentes.
Onde a unidade é genuinamente apropriada é ao descrever estruturas construídas a partir de potências de dois. A capacidade total de comutação de um tecido de rede muito grande, construído com portas e tampões todos binários, é uma quantidade binária dividida pelo tempo, e comunicá-la em unidades decimais deita fora a aritmética que a produziu. O mesmo vale para a largura de banda de memória somada de uma máquina cujo número de canais seja uma potência de dois.
Em octetos, um pebibit por segundo são 140 737 488 355 328, ou seja 128 tebioctetos por segundo. É o armazenamento de mil discos grandes de consumo movido a cada segundo, e existe apenas como total através de muitos milhares de caminhos paralelos dentro de uma só instalação.
O tamanho da discrepância a este nível resume em miniatura o argumento de toda a série da IEC. O que começou como um inofensivo 2,4 por cento no kibibit é agora um oitavo, e acumula-se 2,4 por cento a cada degrau seguinte. Uma convenção aceitável para números pequenos torna-se insustentável para os grandes, e o propósito dos prefixos binários é tornar a distinção visível antes que isso aconteça.
Para um conversor a aritmética é banal: multiplicar ou dividir por 1024 o número apropriado de vezes, e por oito para chegar a octetos. O que importa é que a ferramenta não substitua em silêncio a unidade decimal quando vir um valor que não consegue rotular com precisão.
Um pebibit por segundo equivale a 1024 tebibits por segundo, a 140 737 488 355 328 octetos por segundo ou a cerca de 1,126 petabits por segundo.
O tebiocteto por segundo é uma unidade de velocidade de transferência de dados igual a 1024 gibioctetos por segundo, ou seja dois elevado à quadragésima potência em octetos por segundo. O seu símbolo é Tio/s. É o correspondente binário do teraocteto por segundo, e os dois diferem em 10 por cento.
Nada fora de uma máquina grande move dados com esta rapidez. O débito descreve a largura de banda de memória de um acelerador com memória empilhada, o tecido interno do encapsulamento de um processador de gama alta, ou o caudal agregado de um sistema de ficheiros paralelo repartido por milhares de discos. Tudo isso se constrói com estruturas binárias, e os seus totais são quantidades binárias divididas pelo tempo.
É na computação de alto desempenho que a unidade mais se escreve. O sistema de armazenamento de um supercomputador especifica-se por quantos tebioctetos por segundo consegue entregar aos nós de cálculo, porque esse número determina com que rapidez uma simulação pode guardar o seu estado e retomar. Uma máquina que calcula depressa mas escreve devagar passa o tempo à espera.
A diferença de dez por cento face à unidade decimal é significativa nesse contexto. Um sistema de ficheiros adquirido para entregar 10 teraoctetos por segundo e outro que entregue 10 tebioctetos por segundo diferem num teraocteto por segundo inteiro, o que numa instalação desse tamanho representa uma fração substancial do orçamento de equipamento.
Em bits, um tebiocteto por segundo são 8 tebibits por segundo, e em termos decimais cerca de 1,1 teraoctetos por segundo. Exprimir o mesmo débito de quatro maneiras diferentes é rotina a este nível, porque a indústria do armazenamento, a da memória, a das redes e os organismos de normalização preferem cada um outra.
Para comparar no quotidiano, um tebiocteto por segundo encheria um disco rígido grande de consumo em uns vinte segundos. Interface externa alguma transporta isto; o número descreve movimento entre componentes dentro de um só sistema, onde os fios são curtos e há muitíssimos a funcionar em paralelo.
Os processadores gráficos puseram este ritmo ao alcance de um único componente. Uma pilha de memória de grande largura de banda ligada diretamente ao chip entrega bem mais de um tebioctecto por segundo ao processador que a usa, e uma placa com várias dessas pilhas atinge alguns. É essa largura de banda, e não a velocidade aritmética bruta, que limita o treino dos grandes modelos: as unidades aritméticas ficam ociosas se a memória não conseguir alimentá-las. O mesmo raciocínio explica que os projetistas de supercomputadores dediquem tanto esforço aos caminhos entre memória e processador como aos próprios processadores, e que o ritmo se indique em unidades binárias quando a memória descrita é endereçada em potências de dois.
Um tebiocteto por segundo equivale a 1024 gibioctetos por segundo, a 1 099 511 627 776 octetos por segundo ou a cerca de 1,100 teraoctetos por segundo.